milho

O Estudo de Impacto incidiu sobre o potencial impacto da retirada de substâncias activas no rendimento dos produtores das seguintes fileiras: videira/vinho, oliveira/azeite, milho/grão, pereira/rocha e tomate/indústria.

O rendimento calculado ao nível agricultor (dados provisionais de 2015), destas fileiras no seu conjunto ascende a quase 1,5 mil milhões de euros, cerca de 40% do rendimento da produção vegetal nacional.

O milho em grão é muito mais um produto de importação do que de exportação, havendo portanto um resultado negativo da sua respectiva balança comercial. A perda de produção, resultante da retirada de substâncias activas do mercado, levaria por certo ao abandono completo da actividade por parte dos produtores, o que agravaria ainda mais a nossa dependência do exterior.

De acordo com o IFAP, o número de produtores de milho (grão e silagem) ultrapassou os 60.000 em 2015. Sendo uma produção eminentemente profissional, de curtas margens operacionais, no cenário atrás referido, esta cultura passaria a tornar-se inviável, o que significaria o abandono da actividade de dezenas de milhares de produtores.

Conheça o estudo. #considereosfactos

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