Agricultura com mais robots e isso é bom

Os robots agrícolas estão a ganhar terreno entre os agricultores, muito devido às exigências em produzir mais alimentos de forma eficaz. Tratores sem motoristas, levantamento aéreo e recolha de dados de campos agrícolas através de drones; sistemas automatizados de gestão de colheitas, rega ou até mesmo da ordenha das vacas são algumas das muitas possibilidades que a evolução tecnológica já trouxe para a agroindústria e que continuará a crescer nos próximos anos, com rentabilidades interessantes para quem as usa e, claro está, para quem as vende.

Segundo a empresa de estudos de mercado Market Research Engine, o mercado global de robots terá valido 3 mil milhões de dólares, em 2015, esperando-se que alcance os 16,8 mil milhões em 2020 e o recorde dos 75 mil milhões de dólares (65,7 mil milhões de euros), em 2025.

Por cá, são muitos os agricultores em várias áreas (hortícolas, vinha, pomares, cereais, entre ou-tras) que usam alguns destes mecanismos com pouca intervenção humana. É o caso dos drones agrícolas (dispositivos aéreos não tripulados), cujas vantagens estão há muito identificadas, no-meadamente o fornecimento de informação ao agricultor sobre as vegetações, relativamente ao estado hídrico das culturas; estimativas de produção, contagem de plantas e frutos; identificação e controlo de doenças e pragas, bem como áreas de atuação; gestão da biodiversidade; cadastro digital de terrenos, assim como a delimitação das parcelas, quer agrícolas, quer florestais.

Mas existe também uma panóplia de robots criados para funções que vão desde os sistemas de colheita à pulverização de fitofármacos ou fertilização, entre outros.
A tecnologia ao serviço da agricultura está aí e veio para ficar.

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