70 milhões de euros para financiar regadio

Sete empreendimentos de regadio, distribuídos por diversas regiões do País já têm razões para não temer a natureza, já que irão receber apoio num investimento 71 milhões de euros, no âmbito do Programa Nacional de Regadios.

Financiado pelo Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020), pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) e pelo Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB), o Programa Nacional de Regadios prevê que Portugal tenha, até 2022, cerca de 95 mil hectares de regadios, dos quais 54 serão novos e os restantes correspondentes a modernizações, estando previsto um investimento público de cerca de 534 milhões de euros.

Alguns destes sete projetos são integralmente novos, como os regadios de Vilar Chão e Parada (Alfândega da Fé), Xévora (Campo Maior), Várzea de Odeleite (Castro Marim) e Freixiel (Vila Flôr), enquanto nos casos de Vale Madeiro (Mirandela) e Minutos (Montemor-o-Novo), se tratam de ampliações.

No caso da Estação Elevatória dos Álamos (Portel), integrada no complexo do Alqueva, trata-se de um investimento que tem como objetivo duplicar a capacidade de bombagem atualmente instalada.

Em março deste ano, o Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural anunciou que foram apresentados 54 projetos, dos quais 22 já viram a sua candidatura aprovada: cinco no Algarve e no Sudoeste Alentejano, sete no Alentejo, sete no Litoral Norte e Centro e três no Interior Norte e Centro.

Os 22 projetos já aprovados correspondem a investimentos de 248 milhões de euros, devendo os restantes ser aprovados até ao final do ano, para que a execução esteja concluída, o mais tardar, em 2022, avançou o ministro Capoulas Santos à agência Lusa.

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